Arquivo mensal: novembro 2013

ARTES PLÁSTICAS

Texto: Regiane Pereira Da Silveira

A disciplina Teoria da Ação Cultural ministrada pelo professor Cesár Viana teve como objetivo incentivar aos alunos de Biblioteconomia promover um evento Cultural.

Evento em que as temáticas estavam relacionadas com a cultura goiana, em geral. Nesses eventos houveram vários temas abordados desde  música, teatro, dança, literatura infantil e palestra sobre Artes plásticas. O grupo XI, a qual pertenço, tratou do tema Artes plásticas.

 Dentro dessa temática convidamos o professor doutor José César  Teatine de Souza Climaco, que além de ser professor da Faculdade de Artes Visuais(FAV), da Universidade Federal de Goiás(UFG), ele também é  Artista Plástico. Melhor dizendo, o Artista Plástico José César, além das Artes também dividi seu trabalho com a profissão de professor. Ministra aulas na Universidade e a área que atua é gravura. Como o grupo achou o trabalho do professor muito interessante ele foi convidado para falar sobre seu trabalho de Artista para o grupo de alunos do Curso de Biblioteconomia, especificamente gravura, segmento que atua como professor e Artista, e também a relação que essa Arte tem com a Cultura em geral.

 Em linhas gerais, o tema do grupo está centrado em falar sobre Artes Plásticas e suas relações com a Cultura da sociedade em geral. Na palestra apresentada pelo Artista José César, ele falou sobre seu trabalho com Artes Plásticas, notadamente, gravura, assim como as exposições de seus trabalhos, as temática por ele abordada em suas obras de Artes.

 No último dia dois de Outubro de dois mil e treze o professor Zé César, assim como é mais conhecido, em sua apresentação no Estúdio de TV da Faculdade de Comunicação e Informação (FIC) falou sobre a temática que aborda em seus trabalhos: crescimento das cidades, assim como o que é gravuras,  suas divisões e Artes Plásticas em geral. Foi apresentação muito boa  e teve além do grupo, teve como público da apresentação os alunos do segundo período de Biblioteconomia da UFG, como o próprio professor da turma César Viana.

 Logo, abaixo deixarei um endereço de vídeos em que o referido professor fala um pouco sobre Artes plásticas, especificamente, gravuras, e outro que fala sobre o cursos de arte, em geral  da UFG.

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Os museus de Goiânia

por: Dioclecina Ferreira

Os museus são locais de grande importância para a preservação da memória e do patrimônio cultural da nossa sociedade. Além de transmitirem conhecimento, nos mostram as várias perspectivas culturais de um povo e nos faz refletir sobre elas.

Em Goiânia são vários os museus,  localizados em diferentes pontos da cidade, sendo uma opção de lazer e entretenimento, principalmente para quem visita a cidade e deseja conhecer um pouco da história e dos aspectos culturais da capital goiana.

O Museu Zoroastro Artiaga foi o primeiro museu da cidade de Goiânia, fundado em 1946. Contém diversas obras que registram a história de Goiás, a cultura goiana e seu povo e a cultura indigena do Estado. A entrada no museu é gratuita, e está localizado na Praça Cívica, no centro da cidade e funciona de segunda a sexta, das 9h ás 17hs, inclusive aos sábados , domingos e feriados das 9h ás 15h.

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O Memorial do Cerrado está localizado no Campus 2 da PUC Goiás em uma grande área verde. Possui a Vila Cenográfica que reproduz o passado de um Quilombo, uma fazenda antiga , há também o Museu de História Natural que apresenta um acervo com fósseis e animais empalhados além de nos mostrar a fauna e a flora do cerrado goiano. Os ingressos possuem o valor de R$ 8,00 (inteira) e de R$ 4,00 (meia), seu horário de funcionamento é de 7h30 ás 19h30 de segunda a sábado e aos domingos e feriados das 8h ás 17hs.

Memorial do Cerrado

O Museu de Arte Contemporânea de Goiás possui diversas obras relacionadas a pinturas, desenhos, esculturas, há também exposições de artistas goianos, artistas nacionais e internacionais, bem como palestras e mostras de vídeos. Está localizado na rua 4 nº 515, no Edifício Parthenon Center no Centro e seu horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira das 8h ás 12h e das 14h ás 18h.

Museu de Arte Contemporânea de Goiás

Há muitos outros museus pela cidade e que podem ser conferidos pelos visitantes. Abaixo estão alguns sites de museus com informações sobre seus acervos, localização e horário de funcionamento.

http://www.ucg.br/ucg/institutos/its/site/home/secao.asp?id_secao=123

http://www.goiania.go.gov.br/html/principal/goiania/museus/pedroludovicoteixeira.shtml

http://www.goiania.go.gov.br/html/principal/goiania/museus/museuornitologia.shtml

http://www.secult.go.gov.br/post/ver/139327/museu-da-imagem-e-do-som-de-goias

http://www.goiania.go.gov.br/html/principal/goiania/museus/zoroastro.shtml

http://www.museu.ufg.br

/http://www.ucg.br/ucg/institutos/igpa/site/home/secao.aspid_secao=1739

http://www.goiania.go.gov.br/html/principal/goiania/museus/artecontemporanea.shtml

A influência do Grafite sobre os jovens

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Por: Juatan Tiago da Silva

Inicialmente usado como forma de se comunicar, o universo do grafite nos traz cada vez mais descobertas com vários campos de discussões, um exemplo disso é seu uso como a nova ferramenta que pode coibir o avanço de jovens no mundo da pichação, drogas e outros crimes.

Existem diversas razões e motivos que levam esses jovens a saírem do caminho certo, alguns deles são: a crise de identidade, violência dentro de casa e a falta de dialogo. Na maioria dos casos esses adolescentes rebeldes entram na pichação e/ou no grafite de rua ilegal – feito sem autorização – num determinado grupo/gangue e que pode ocorrer confronto com outros grupos marginalizados e violentos levando até mesmo a morte de integrantes de um dos grupos. Na maioria das vezes esses adolescentes se expressam com a pichação de temas pesados e fora dos conceitos da sociedade como resposta por não encontrarem estímulos e incentivos a ter uma estrutura familiar e escolar com dignidade e a falta de recursos investidos pelo Governo, mas muitas vezes esses problemas têm raízes no próprio convívio familiar e que poderiam ser resolvidos ou minimizados com um pouco dialogo.

O preconceito ainda é imenso sobre a arte do grafite e mesmo o jovem que foi retirado das ruas e introduzido nos conceitos e regras da civilização em que vive enfrenta a hipocrisia que algumas pessoas têm em relacionar grafite com pessoas de má índole. Isso pode trazer desânimo e mais revolta para esses adolescentes e para superar o que eles já viveram é preciso muita força de vontade, apoio da família e em certos casos acompanhamentos psicológico/psiquiátrico.

O grafite pode despertar o potencial e influenciar os jovens a sair do mundo das drogas e da violência usando a arte que estão dentro deles mesmos e mostrando para a comunidade em volta que o talento que eles representam não pode ser desperdiçado.

A pichação é movida pela adrenalina do momento já o grafite tem muito mais poder de mudar suas vidas para algo bem melhor. Os jovens precisam se sentir parte do espaço em que eles vivem e isso é bem mais fácil de expressarem (suas idéias) usando a grafitagem, mostrando sua mensagem, outros também vão ver e seguirão o mesmo caminho.

Mais informações:

http://www.anped.org.br/33encontro/app/webroot/files/file/Trabalhos%20em%20PDF/GT24-6075–Int.pdf

Grafite como Divulgação e Propaganda

Por: Juatan Tiago da Silva

Não existem limitações para inovar no meio publicitário, pois a mídia externa sempre consegue um meio de se superar cada vez mais.

Seja você andando tranquilamente pela rua ou navegando na internet sempre acaba esbarrando com anúncios de marketing em muros, cartazes, fachadas comerciais, outdoors, na traseira de ônibus, em carros e em sites diversos – muitas vezes em excesso. Enfim, querendo ou não, quase sempre acaba encontrando uma propaganda. A grande inovação publicitária já há certo tempo está sendo o uso do grafite como ação nesse tipo de mídia.

A personalização da fachada com uma pintura estilo grafite em locais que querem restaurar ou simplesmente colocar um novo tipo de pintura com desenhos relacionados chama a atenção de quem está passando pelo local e acaba deixando a cidade bem mais colorida e bela.

Até mesmo órgãos públicos de Goiânia e Região Metropolitana estão comprando esta idéia de grafitar parte das fachadas, por exemplo, as pinturas nos muros da Praça Cívica, DETRAN, Saneago, Bibliotecas e em vários outros prédios públicos da capital. Há de se lembra que com o grafite pode ser possível inibir a ação de pichadores que tem preferência por espaços sem muitas pinturas, mas isto não garantia de que o local não venha a ser pichado posteriormente.

Nas ruas de Goiânia não é difícil de encontrar este tipo de arte, pra não ficar somente na escrita e entender melhor o assunto, deixo um video sobre o grafite feito no muro do Detran e algumas imagens e locais onde elas se encontram – como foram feitos por grupos de grafiteiros que ainda não conheço, fico sem divulgá-los, mas que pessoalmente acho todos os trabalhos excelentes:

Detran – Goiânia (Projeto para coibir ação de vândalos)

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  • Praça Cívica

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Praça Dr. Pedro Ludovico Teixeira,Setor Central, Goiânia – GO

  • Saneago

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Av. Fued José Sebba, 1245. 
Jardim Goiás – Goiânia-Goiás    

  • Biblioteca Central – Prof. Alpheu da Veiga Jardim                                  20131002_102015  20131002_101956  20131002_102322  20131002_102211  
Este trabalho realizado na Biblioteca Central foi de autoria dos alunos: Fabrício Meira  e Júnior de Paiva do 6º Períodode de Artes Visuais da UFG.

Campus 2 Samambaia da Univesidade Federal de Goiás – UFG, Goiânia-Geoiás

  • Mutirama

Avenida do Contorno, S/N, Setor Central, Goiânia – Goiás

 

A MÚSICA EM GOIÁS

Texto: Regner Cunha Melo

Inúmeros são os adjetivos utilizados para tachar o estado de Goiás e o povo goiano, bem como nossa musicalidade: é “terra de sertanejos”, “terra de caipiras”, ”povo da roça”, “terra das duplas sertanejas”, etc…É bem verdade, e não podemos negar que temos traços muito fortes com essas características, assim também como as possui todo povo brasileiro; povo este que surgiu da junção de três raças: indígenas, africanos e europeus; que deu origem ao sertanejo/caipira, também chamado homem do campo.Basicamente, todavia com muita força essas características estão entranhadas na cultura e consequentemente em nossa musicalidade; músicas relacionadas á origem/formação, á história e à cultura dos goianos.Entretanto não podemos restringir nossas referências musicais, somente ao estilo sertanejo.Não querendo fugir de nossas raízes, muito pelo contrário, é que temos que levar ao conhecimento do restante do país, que nos orgulhamos de nossas características simples e humilde de gente do campo; mas é que nossa formação cultural, nossa musicalidade, não se resume à modalidade sertaneja.É com este propósito, que o presente trabalho visa divulgar que a música goiana é muito mais abrangente e ultrapassa os horizontes do sertanejo.Temos bons compositores musicais, excelentes cantores/intérpretes nos mais variados estilos: MPB, rock, samba e até erudito.

Temos boas bandas de rock pop/rock alternativo, temos boas bandas musicais, como exemplo a Banda Sinfônica da Polícia Militar do Estado de Goiás; temos bons grupos de corais; temos as Orquestra Sinfônica de Goiânia, a Orquestra Filarmônica do Estado de Goiás e ainda uma Orquestra de Violeiros.

http://ofgoias.wordpress.com/

http://www.youtube.com/user/orquestrafilarmonica

http://www.secult.go.gov.br/post/ver/139850/orquestra-de-violeiros

Regner Cunha Melo

Biblioteconomia UFG 2013.

 

MÚSICA

Texto: Regner  Cunha Melo

Afinal de contas, o quê vem a ser música? Para mim, engloba muito mais do que apenas a simples definição melódica da combinação de sons, ritmos e palavras. Música é arte, é lazer, é poesia, é linguagem, é expressão cultural de um povo.Por diversas vezes ouvi a seguinte frase ser pronunciada: “música é uma viagem”, e realmente até isto a música nos proporciona, pois podemos ao ouvir determinadas canções, sermos levados em pensamento, a uma viagem a locais distantes e mais variados possíveis e que não poderíamos estar naquele exato momento.A música é um elemento que acompanha praticamente toda a história da humanidade, bem como toda sua evolução.O que antes resumia-se apenas a sons de simples tambores e alguns poucos instrumentos musicais primitivos, de diversas civilizações tribais, na realização de seus rituais; a música hoje em dia com toda a evolução tecnológica, pode ser composta por uma enormidade de ingredientes em termos de sons e ritmos.

Todavia, penso eu, que na contra mão de toda essa evolução tecnológica, que veio proporcionar uma melhor qualidade/sonoridade às músicas, caminhou a composição das mesmas no quesito “letras”.Infelizmente, estamos passando por um período que apesar de sabermos que ainda exista bons compositores, somos atropelados por uma avalanche de músicas/letras nada aproveitáveis.Sendo assim, sugiro que estejamos sempre atentos, no intuito de ouvirmos músicas com boas letras, para que absorvamos com isto, bons conteúdos para nossas vidas.

http://rockgoianobrasil.blogspot.com.br/

http://palcomp3.com/DicaraRock/

http://www.vagalume.com.br/nila-branco/eu-quero-e-cair-no-rock-n-roll.html

Regner Cunha Melo

Biblioteconomia UFG 2013.

A Dança do Ventre em Goiânia

Texto: Silvana Maria da Silva Souza

Apresentação do Grupo Encanto Árabe, realizado no dia 12 de Julho de 2013 na Região Noroeste da cidade de Goiânia , vem mostrar que a arte da dança do ventre serve como fonte de inspiração para qualquer pessoa que busque conhecer outras culturas.

Segue link do grupo “Encanto Árabe”:

http://www.youtube.com/watch?v=5BuElj0pa14

Silvana Maria da Silva Souza

Biblioteconomia UFG 2013.

Os hits goianos

Texto: Keziane Marques Silva

            O que faz de uma música um hit? O bom ritmo? Letra fácil de ser decorada? O marketing e a divulgação da música? São vários os fatores. Falemos então de alguns deles. Inicialmente para alcançar grande número de fãs é preciso que ela esteja de acordo com as preferências culturais. Aqui no Estado de Goiás, por ter a economia historicamente baseada nas atividades de agricultura e pecuária (sendo tratado como roça por outros Estados do Brasil), predomina-se o estilo sertanejo. Mas como não só de sertanejo vive o goiano, outros ritmos/ estilos tem suas músicas representantes na listagem dos hits de Goiás. Isso porque o chamado eixo Rio-São Paulo, que tem grandes produtoras musicais, e domina a mídia televisa, influencia diretamente no gosto musical do nosso Estado.

No Brasil a maioria das músicas de sucesso tem letras curtas ou, pelo menos, refrões fáceis de serem decorados. Poucas são as pessoas que conseguem ouvir e cantar toda a letra de “Metal contras as nuvens”, música da Legião Urbana com 11min e 28s (http://youtu.be/_vV44b2HiQo), no entanto quase todos conseguem cantar “Ai se eu te pego” de Michel Teló. Com os exemplos citados é possível percebermos que a qualidade e a densidade da letra não são necessárias para que a música se torne um hit. Prevalece muito mais a repetição dessa letra.

Cabe aqui ressaltar que a música ser um hit não significa que ela seja boa. Isso porque a diferenciação entre bom e ruim é feita por cada ouvinte, o que é uma maravilha para mim pode ser insuportável para você. A boa música é aquela que te inspira. A que te faz pensar, ou mesmo deixar de pensar nas angústias da vida. É aquela que te faz sentir. O hit é a música que fez ou faz muito sucesso devido aos fatores já descritos.

E você já parou pra pensar no quanto o seu gosto musical mudou ao longo da sua vida? Aquela música que você amava antes, hoje te irrita profundamente. Isto porque os seus sentimentos mudaram, suas companhias mudaram, você viveu novas experiências. Ou simplesmente porque cansou de ouvir repetidamente aquela determinada música. Ainda assim, certas músicas marcam época e nunca são esquecidas. As dez músicas abaixo são goianas, de variados ritmos, cantores e décadas, e que se tornaram hits. Deixo aqui a pergunta: quantos desses hits você conhece?

1. “Pare de tomar a pílula”, de Odair José, que foi censurada pelo governo por fazer propaganda contrária ao uso da pílula anticoncepcional.

2. “Cadê você”, de Odair José, estourou na década de 90 nas vozes de Leandro e Leonardo.

3. “Saudade brejeira”, de Fernando Perillo e cantada também por Marcelo Barra.

4. “Araguaia”, de Marcelo Barra, de 1982.

5. “Frutos da Terra”, de Marcelo Barra, tema de abertura do programa com o mesmo nome.

6. “Companheiro”, de Maria Eugênia, tema de abertura da novela Araguaia de 2010.

7. “Cumade e Cumpade”, da banda Swing Brasil, sucesso na voz de Leonardo.

8. “Sonhando”, da banda Mr. Gyn, grava em versão com a participação de Bruno Gouveia do grupo Biquíni Cavadão.

9. “Minha juventude”, da banda Mr. Gyn, que em 2003 alcançou a posição 64 do Hot 100 Brasil.

10. “Papo de Jacaré”, do grupo P.O. Box, de 2000.

A Origem do Teatro

Texto: Regner Cunha Melo

A origem do teatro, remonta às civilizações primitivas.

O homem primitivo era caçador e selvagem; Deduz-se que o teatro  tenha surgido a partir do desenvolvimento do homem e de suas necessidades, bem como de seu desejo de dominar a natureza.

Pois é através desse desenvolvimento humano, que surge as formas mais primitivas de desenhos, teatro, danças representativas, imitativas e até evocativas e também das crenças, cultos e rituais religiosos.

O teatro primitivo era então, uma espécie de danças coletivas dramatizadas e que abordavam fatos corriqueiros e questões cotidianas de uma determinada sociedade.

Com o passar do tempo essas danças vão se aperfeiçoando, tornando-se assim verdadeiros rituais mitológicos, organizados e realizados para celebrar, agradecer e ou reverenciar deuses, ou ainda segundo suas crenças no intuito de apaziguar os efeitos da natureza, colocando-se em harmonia com ela; esses rituais mitológicos desenvolvem-se dando origem às danças miméticas.

A partir do surgimento da civilização egípcia, esses pequenos ritos/danças, tornam-se proporcionalmente maiores, baseados sempre em mitos e realizados sob regras específicas impostas pelo estado e pela religião.

Na Grécia surge o teatro propriamente dito; o “ditirambo”, uma espécie de procissão que servia para homenagear o deus Dionísio (deus do vinho).

O grande salto inovador para o teatro o qual o conhecemos hoje em dia, deu-se com a implementação de um coro à procissão, coro este composto por um grupo de pessoas e um líder, que cantavam, dançavam e contavam estórias e mitos relacionados aos deuses e até dialogavam entre si; e foi em uma dessas ocasiões que um líder de coro de nome Téspis, sobe em um tablado e diz: “eu sou Dionísio”, falando e encenando como se fosse o referido deus.

Este foi o marco pioneiro onde Téspis ousou transformar o sagrado em profano, verdade em faz de conta, ritual em teatro, diante de pessoas, demonstrando que podíamos representar o outro ou até algo; e é este acontecimento que marca o início da ação teatral, pois surge a partir daí os primeiros textos e peças teatrais.

A princípio realizadas nas ruas mesmo.

Posteriormente, tornou-se necessário um local específico; dando origem aos primeiros teatros.

Vão surgindo consequentemente os primeiros prédios teatrais, que inicialmente eram construções ao ar livre, preferencialmente em encostas para proporcionar o escalonamento das arquibancadas permitindo uma melhor visibilidade à plateia.

Fontes:

http://www.brasilescola.com/artes/teatro.htm‎

http://www.infoescola.com/artes/historia-do-teatro/

http://www.significados.com.br/teatro/

http://www.recantodasletras.com.br/teorialiteraria/194383